24H – Wynwood + Design District em Miami

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TANTOS 24h para montar em Miami, mas começarei com meu preferido: Wynwood e Design District em Miami. Para dar nome correto as coisas e tirar as dúvidas, porque muita gente confunde os dois, o Wynwood é lá onde tem as famosas paredes grafitadas, Wynwood Walls, e o entorno com muita arte urbana, lojinhas e galerias de arte. O Design District é ali do lado, aquelas ruas maravilhosas de lojas imponentes de super designers como a Hermés maravilhosa toda clara/branca de três andares e uma praça só de lojas e relógios! Chegaremos lá.

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{ Design District – foto própria. }

A primeira sugestão é, deixar um dia que não chova mas também menos quente. Afinal, Miami a gente divide assim: qualquer dia de sol você vai para praia ou piscina. Dias de chuva, shoppings. E no meio termo, os passeios a pé. Porque o sol racha, então é importante preparar!

A segunda super informação para facilitar o passeio, e muita gente demora para entender, é que no Design District, você pode deixar o carro em qualquer um dos vallets das ruas principais e buscar em qualquer outro vallet. Isso facilita muito para passear a pé em vez de achar que tem que voltar 10 quadras pelo carro. No Wynwood, tem estacionamento atrás das Wynwood Walls! Miami é sempre melhor de carro, então achei a dica válida…

10h – Café da Manhã no Zak The Baker (405 NW 26th St)

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{Pães artesanais e Kosher do Zak The Baker – foto. }

Com certeza a padaria mais famosa da região, a Zak The Baker é famosa pelos pães artesanais maravilhosos, de fermetação natural e sempre frescos. Zak, o dono e padeiro, fornece pães para vários dos melhores restaurantes de Miami. Atenção para as maravilhoras torradas bem recheadas  ali que são super sucesso, no pão de textura perfeita (macio dentro e de casca crocante) como a tradicional Avocado Toast (torrada com avocado) com molho Romesco de pimenta aji ou a com beterraba, tahine e dill ou creme frescos, frutas vermelhosa, limão e mel…

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{ Torrada de  Beterraba – foto. }

11h – Passeio em nas ruas vendo lojas e galerias (direção 163 Northeast 39th Street)  – fotos próprias.

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Saindo do Zak, você pode ir subindo a pé ou de carro mesmo, e parar onde achar o que gosta! Indo em direção ao endereço acima, primeiro você verá lojinhas mais descoladas de design, artesanato e arte em geral, e mais para cima multimarcas descoladas de roupas e lojas de grife.

O endereço em si cai na flagship store da Hérmes em Wynwood, uma loja de três andares maravilhosa que vale a visita. Ali você já estará nas ruas que parece mais um shopping luxuoso aberto – colocando no bolso o Bal Harbour, com lojas maravilhosas e imponentes de diversas grifes. Uma Valentino também de vários andares abastecida com as novidades antes de qualquer outra loja e uma Fendi também gigantesca completam, entrem outras, as ruas com esculturas enormes nas calçadas…

 

Ainda vale a pena ali na mesma área visitar uma praça com relojoarias e joalherias, como Cartier, Omega e Rolex. Independente das compras, é um passeio legal, as ruas são bem cuidadas e arborizadas, os prédios novos, modernos e imponentes e os cafés e restaurantes lindos e excelentes!

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14h – Almoço no Mc Kitchen com a melhor batata trufada de Miami! (4141 NE 2nd Ave)

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{ foto. }

Falando em restaurantes lindos e excelentes, pausa para almoço! A verdade é que hoje já tem vários restaurantes maravilhosos na área, como o Michel’s Genuine, Brasserie Azur, Mandolim entre outros. Mas o nosso preferido ali sempre é o Mc Kitchen… Lá eu recomendo você pedir uma das saladas enormes e maravilhosas e a batata frita trufada com parmesão! Assim balanceamos a culpa! haha… Mas os outros pratos são maravilhosos também, e já provei e aprovei o hambúrguer! Alguns pratos:

Em dias de semana o restaurante já é bem cheio, você vai ver até muitos executivos almoçando, algumas famílias, grupos de amigas… No final de semana parece que é menos lotado, e mais descontraído. O restaurante mesmo tem um pequeno espaço ao lado, com comida para comprar e levar e alguns produtos de padaria, assim como funciona de café, chamado de Mercato.

Saindo, ainda dá para aproveitar mais galerias e lojinhas, antes de descer para as famosas Wynwood Walls.

18h – Aproveite a Golden Hour para passear e fotografar no Wynwood Walls, passear por galerias e ver algum evento! (2520 NW 2nd Ave)

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{ foto.}

Você tem que conhecer o Wynwood Walls. Não só conhecer, eu adoro ir toda viagem passar lá. As paredes coloridas em grafites são lindas, e vale a pena passar e entrar no clima descontraído. Aproveite a golden hour (horário do pôr-do-sol, excelente para fotos com luz natural) e tire suas fotinhos! Aqui ai algumas ideias das que tirei:

{ Por Wynwood, do meu insta @bakhouri. }

Divirta-se e não fique tímida! O lugar respira criatividade. Aproveite para conhecer alguma galeria por perto… Só de andar nas ruas você vera uma atrás da outra, e lojinhas supercool de óculos, decoração, fotografia…  E ficando de olho na mídia e redes sociais (site, facebook e/ou instagram) você consegue pegar algum evento legal, seja de gastronomia, fotografia, cinema entre outros!  O bairro é bem agitado.

20h – Termine o dia com drinks e comidinhas no Wynwood Kitchen & Bar (2550 NW 2nd Ave)

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{ foto.}

Encostadinho às Walls, você vai ver o Wynwood Kitchen & Bar, um espaço que mais parece parte da galeria ao ar livre, e na verdade é. No mesmo mood grafite e muita arte rolando, o espaço é uma galeria enorme que também é bar e restaurante. Parada ali obrigatória, seja por meia ou altas horas, tanto o cardápio quantos os drinks são apetitosos. Peça para compartilhar e escolha entre pratos de influência mexicana como tacos, peruana como ceviche ou uma das várias deliciosas saladas! O mood é BEM descontraído e cool, mas com certeza badalado.

E claro, “lookinhos” para ir de cedo a noite com conforto e estilo as alwaysEnjoy!

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{ Golden Hour: Saia + Tênis + Top + Bolsa + Óculos. }

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{ La Vie en Rose: Vestido + Sandálias + Bolsa + Óculos }

IN A FEW WORDS: I have lots of  24hours-like post to do about Miami, but I am starting with my favorite: Wynwood and the Design District… Breakfast at  Zak The Baker followed by a low of walking and shopping and art galleries visiting… With a stop for lunch at Mc Kitchen to my favorite salads and truffled parmesan french fries (life is balance!) and more walking around. Until I hit the sunset hours at Wynwood Walls to enjoy the open sky exhibitions of grafitti and arts, take some pics and head to Wynwood Kitchen + Bar for some end of the day drinks and snacks.

xxxxx

BK.

 

 

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Yoga em Miami Beach: A Experiência Completa.

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Green Monkey Miami Beach 1827 Purdy Avenue

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{ Yoga no Green Monkey, Miami Beach. – foto. }

Quando eu postei aqui sobre alguns lugares para se exercitar em NY, recebi um feedback bem positivo. Principalmente porque, na cidade, muitos hotéis menores não tem infra-estrutura de academia. Agora falando em Miami, a realidade é outra. Além da maioria ter academias excelentes (como falei a minha favorita, desse hotel), ainda tem a vantagem de exercícios ao ar livre mais facilmente que em Nova Iorque. Mesmo assim, como sempre acabo ficando tempo o suficiente, senti vontade de procurar um estúdio de Yoga que eu poderia usufruir…

Vamos ao histórico completo… Eu nunca fiz aulas recorrentes de Yoga. Eu sou uma entusiasta da categoria… A maioria da minha capacidade vem de livros e videos, nada muito profissional. Eu definitivamente sinto e acredito nos benefícios. Minhas experiências com aulas se resumem em 10 minutos que tínhamos quando eu fazia Mahamudra no início da aula (um grupo de exercício físico ao ar livre) e duas ocasiões que visitei estúdios em Londrina. Quando estou em SP nunca tive tempo, e quando estou em Londrina nunca animei pois não encontrava o método que queria…

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Existem vários tipos de Yoga, eu costumo dizer que para cada pessoa com certeza tem um tipo que ela iria curtir… Dos mais agitados aos tipos mais calmos, dos mais concentrados aos mais rítmicos… E eu sempre me identifiquei bastante com o Ashtanga Vinyasa Yoga, um método mais dinâmico, chega até a parecer uma dança, em que você flui de uma pose (asana) para outra sem pausas e continuamente… Apesar da cara de plena e delicada da maiorias das professoras, imagino que nós mortais mantemos uma expressão menos plena: é um exercício e tanto, de sair pingando e tremendo!

Eis que ao pesquisar muito em Miami, me deparei com um estúdio já com tradição na região e fui conhecer… O Green Monkey… Você compra o pacote ou a semana pelo site, e marca as aulas que quer online… Os eventos e especiais deles são super interessantes, chamou minha atenção mas nunca consegui ir. Desde sábado de handstands (paradas de mão) a festivais de comida orgânica… Me fez querer mudar pra lá (mais uma vez!)… Pelas fotos, tudo parecia bem bonito, amplo e moderno…

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{ Recepção – foto. }

 A localização é perfeita… Primeiro, achei legal que conseguia ir a pé dos hotéis que normalmente fico. No dia que precisei ir de Uber porque choveu, ficou cinco dólares… Segundo, é do lado do Fresh Market (aqui), então o combo yoga e depois um café da manhã ali para mim era a definição de férias deliciosa… Já estava me sentindo em casa.

Na entrada, bastou dar meu nome. No primeiro dia, a atendente perguntou se eu tinha mat (o “tapete” de yoga) falei que não, que ia ficar uma semana… Ela falou que poderia emprestar naquele dia mas que infelizmente eu tinha que comprar. Na loja do studio, eles vendem alguns mais especiais, de material mais resistente e mais confortável, mas também por um preço maior. Ela me indicou algumas lojas que poderia comprar mais baratas como TJ Maxxs e etc… Emprestei o deles e acabei por comprar os que vendiam mesmo e trazer de volta para o Brasil, pela qualidade.

Na aula, a sala é bem iluminada mas propositalmente não é climatizada, pode incomodar alguns, mas é algo prático do yoga. Ampla, você escolhe onde quer ficar e pronto. Não sabia o que esperar… Por ter visto muito vídeos em inglês, imaginei que seria tudo bem ouvir as instruções – afinal, você pode falar inglês excelente, mas as ordens ali são diferentes, muitos jargões do yoga e palavras em sânscrito, como os nomes das poses (asanas). No fim, é tudo tão tranquilo e a instrutora assim como os colegas vão fazendo que você logo entende tudo e pronto. Como o Ashtanga é algo que flui em sequências, e as sequências se repetem, mesmo se ficar alguma dúvida na segunda ou terceira repetição você já esta comandando o flow todo sem precisar espiar!

Achei todos os professores muito preparados e simpáticos, todos prontos para fornecer alternativas tanto mais leves quanto mais difíceis a cada pose e muito educados e sensíveis em correções com todos. Por querer, peguei 7 aulas com 7 professores diferentes, pois achei que poderia aprender mais. Foi incrível a experiência, cada dia começava com uma energia melhor e me senti uma pessoa renovada no final da viagem…

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{ Sala de Aula – foto. }

Todas as aulas que eu fiz foram Vinyasa ou Power Yoga, bem parecidas, a Power tem mais tempo segurando as poses e a Vinyasa mais dinâmico e corrido (mais acelerada) como falei… Eles tem outros módulos inclusive alguns de meditação que em uma próxima oportunidade falei… Me senti super em casa e voltaria fácil. Essa experiência foi toda em outubro do ano passado. Em Janeiro voltei para Miami com apenas 4 dias, então não fui e agora começo do mês voltei sem tempo (entre ir em loja de casa com minha mãe que queria e ficar três dias atrás de iPhone – zero relaxamento…) e acabei não indo, mas me deixou chateada! Me arrependi de não ter ido pelo menos um dia… Próxima vai ser a prioridade da viagem.

Sobre roupa, os iniciantes podem ter dúvidas. Eu sempre recomendo de calça, tenho certo agonia da pele direta no mat. Ir apenas de top, um body confortável é minha indicação. O calor é real, quando eu digo que cansa é porque cansa, então uma camiseta mais levinha também funciona.  Minha única ressalva é camisetas muito largas, o ideal são camisetas mais justas compridas que não se movem com você, assim toda a vez que você abaixar ela não vai parar na sua cabeça e etc… Claro, algumas sugestões abaixo, mas a verdade é que conforto e mobilidade é essencial.

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{ Legging + Top + Óculos + Tapete para Yoga }

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{ Collant + Fone de Ouvido + Calça + Chinelos }

Espero que o relato as inspirem! Aproveitar o tempo que temos e a oportunidade de ter acesso a essas experiências para mim em férias é parte da diversão! Se alguém tiver mais sugestões também por favor compartilhe!

IN A FEW WORDS: I’m an yoga enthusiastic, but had never attended classes in a row as in this experience. I decided to sigh up for 8 straight days of yoga at Green Monkey Miami Beach and this is how I felt: renovated, taken care of, energetic, calm and at home. Their location is perfect, their studio very chic and cozy and their staff and teachers amazing! It was definitely a life changing, mind opening experience I am glad I had and can’t wait to have again.

xxx,

BK!

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O mediterrâneo Byblos: comida fabulosa e pessoal in de Miami Beach.

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Byblos Miami 1545 Collins Ave

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Vamos começar falando que esse é meu restaurante preferido em  Miami… Eu sou completamente APAIXONADA pela comida deles, sempre provo coisas novas e nunca me decepcionei… É o tipo de comida que eu gosto também, o que ajuda… Pensa em pastas, peixes com molhos de tahine ou iogurte, carnes saborosas (Wagyu ou um cordeiro maravilhoso), Pides ou Flatbreads mediterrâneos: “pães” fininhos e crocantes recheados feito no forno a lenha entre outros… Mas vamos devagar.

Primeiro, o lugar para mim é muito gostoso, localizado em um hotel menos conhecido – o Royal Palm. Na entrada você já tem acesso ao bar/lounge deles, o The Lounge – que recentemente começou a fazer alguns dias mais baladinhas com DJ e pode ser fechado para eventos (e acaba recebendo bastante comemorações badaladas)… recomendo super chegar mais cedo que a sua reserva e tomar um drink no bar, que provavelmente ainda vai estar devagar mas delicioso…

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{ The Lounge, no Byblos – foto. }

Indo para a mesa, a vibe muda um pouco… O ambiente do restaurante é mais aconchegante, algumas mesas em sofás, cores mais quentes e mesas mais próximas. Ainda sim, você pode ver por quem frequenta o mood de baladinha: gente jovem ou pelo menos de espírito, descolada e badalada. Mesmo assim o jantar é bem íntimo, não há interação entre as mesas, o serviço é excelente e a ordem é agradar o cliente e fazer festa – pensa na gente pedir uma foto e o garçom subir em um sofá vazio e tirar a foto da melhor vista possível… Em resumo, é um restaurante badalado de bom gosto, sem tumultuo, sem sofrência e que entrega uma experiência única.

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{ Byblos – foto. }

Experiência única principalmente pelos pratos… Nunca pedi nada que foi “ok” lá, como já falei sobre os pratos decidi montar uma galeria com as fotos que encontrei (não foram muitas) e listar meus preferidos! Vale a pena todos, vou em todas as viagens a Miami desde que conheci o restaurante e não canso! Como falei, o cardápio é de inspiração bem mediterrânea… mas ele ser feito com muitos ingredientes locais e frescos dá um toque especial. Sem mais, vamos ao que interessa:

Mais fotos, você pode achar no instagram deles aqui. Se ainda houver qualquer dúvida, espia! Não vou te perdoar se depois falar que não viu… Sobre meus preferidos como prometido:

  1. Crispy Baby Artichoke. Mini alcachofras crocantes servida com coalhada e um molho de azeite e limão.
  2. Lamb Ribs, da foto – uma costelinha de cordeiro que derrete maravilhosa “empanada”  em uma farinha de castanhas e especiarias e um pouco amanteigada. Tem que comer!
  3. Black Truffle Pide – também nas fotos. Essa massa um pouco fininha meio pizza meio pão árabe feito no forno a lenha com mozzarella de búfala e trufas negras.
  4. Yogurt Baked Fluke. O Carta-de-verão, um peixe branco, cozido em um molho de iogurte, nozes e manteiga queimada… Maravilhoso.
  5. Persian Fried Chicken. Pedaços de frangos fritos empanados no tahine e na za’atar (aquela sementinha preta árabe) em vez da farinha, incrível também. Para compartilhar.
  6. Braised Colorado Lamb Shoulder. Imperdível também, para compartilhar. Paleta de cordeiro suculenta e derretendo (desfiando!) cozida pro horas com vários molhos e pão árabe.
  7. A4 Japanese Wagyu. Fatias do Wagyu japonês com molho a base de trufas e trufas raladas. Até que leve, muito bom, comi da última vez.

De acompanhamento tem vários tipos de arroz temperados e vegetais, muito bons também mas não quis alongar. Infelizmente nunca cheguei na sobremesa, oops! Acho que sempre comemos muito… Minha sugestão é, se rolar a intimidade, pedir tudo para compartilhar e provar de tudo! Na saída, dá para ficar ir no Lounge e curtir mais um pouco! Recomendo a visita aos Sábados, mas tem que fazer reserva… Pode ser pelo OpenTable, conhecem? Vou programar um post sobre ele…

E claaaaaaaaro, lookinhos!

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{ Bailarina: Body + Saia + Clutch + Salto + Batom Líquido (cor Ashton). }

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{ Modern Beige: Calça + Cropped + Salto + Bolsa. }

Curtiram?

IN A FEW WORDS: Byblos is my favorite restaurant in Miami, among twenty restaurants I’m always going back to. Their mediterranean food is blessed with local, fresh ingredients, and executed to perfection. Above you can see some pictures and water your mouth with, but because I couldn’t found many pics, I also managed to make a list of favorite dishes. I recommend going on Saturdays if you can, with reservations, and enjoy before and/or after a moment at their lounge, called The Lounge, which can get pretty loud. Share as many dishes you can, dress to impress and have fun!

xxxxx BK.

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The Fresh Market: O mercado que rouba a cena do Whole Foods em Miami

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The Fresh Market 1800 West Ave

Hello! De volta de Miami – viagem que menos postei nas redes com certeza! Culpa da Apple, que demorei 3 dias para conseguir colocar o iPhone 7 para funcionar, caos total – tive que trocar o celular novo porque estava com bug! Choros a parte, vou começar falando da MAIOR felicidade de chegar em Miami: visitar meu mercadinho preferido, o Fresh Market.

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{ The Fresh Market Miami Beach – foto. }

Não me entenda mal, eu AMO Whole Foods, o famoso mercadinho saudável americano que tem em quase todas as cidades… E mesmo em Miami indo no Fresh Market, as vezes ainda passo lá… Mas o Fresh Market é ainda minha felicidade, aqui quero mostrar um pouco e contar por quê.

Não é a toa que meu noivo fala que eu fico mais feliz nesses “mercadinhos” do que no Bal Harbour (shopping). Alias, preciso parar de falar de mercadinhos, quem não conhece pode achar que é pequeno. Só falo “mercadinho” para ser carinhosa mesmo com meus amores… Eles são na verdade bem grandes e completos. Focaremos no Fresh Market.

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{ The Fresh Market Miami Beach – foto. }

Como o nome já diz, o mercado é focado em alimentos frescos. Aí você já imagina a quantidade ENORME de frutas e verduras, peixes, carnes e etc lá. Tudo muito bem especificado: orgânico, criado solto (frango por exemplo), alimentado com grama (gado por exemplo), sem transgênicos e etc… E tudo como você preferir:  você pode comprar por exemplo, as frutas frescas normais por peso como em qualquer mercado, ou escolher entre várias opções de frutas já limpas, cortadas e embaladas. Sim, a gente tem isso no Brasil em alguns lugares, mas não nessa variedade. E nesse preço… Por exemplo um pode de meio quilo de berries por 4, 5 dólares…

Ainda sim, comparado com outros mercados (Publix por exemplo), o Fresh Market seria o mercado caro de Miami  Beach. Mas como a gente não faz compra do mês lá (será?) e sim comidinhas para café da manhã e snacks, acho que vale muito a pena por que a seleção de produtos é maravilhosa.

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{ Seleção de cortes de carne – foto. }

Fora os frescos, os “processados/industrializados” que são saudáveis: sucos prensados a frio de diversas marcas, orgânicos ou não, adoçados ou não, de fruta, vegetais ou misto; vegetais transformados em chips como chips de couve, chuchu, cenoura entre outros (vício!) e o que mais me encanta: pastas de castanhas diversas tanto embaladas quanto frescas trituradas na hora. Como? Imagina que tem várias máquinas com seleções de castanhas: em uma só amêndoa, em outra amêndoa com coco, em outra avelã com cacau, em outra chocolate amargo com amendoim…. Entre puras e misturadas com outros sabores, você pega seu potinho de plástico, aperta a máquina que quer e ela tritura na hora e você paga por peso. Isso eu já vi também em alguns Whole Foods, mas não em todos.

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{ Sucos, chás, águas, kombuchas entre outos. – foto. }

Aí ainda tem, uma seleção de vinhos, azeites e queijo maravilhosa… Aí é onde diferencia mais do Whole  Foods, que tem mais opções veganas de queijo por exemplo ou orgânicas, e vinhos também (“bio-vinhos”, orgânicos, sem nada animal e etc), e no Fresh Market você tem mais produtos “excelentes” do mercados, vinhos ótimos, queijos importados como camembert artesanal francês ou várias opções de cheddar original inglês branco e amarelo, entre outros. Como a maioria dos hotéis que a gente fica é com cozinha (super sugiro, que gosto de comer de café da manhã minhas coisinhas), é uma delicia também, principalmente em viagens mais longas aquele dia que você não quer sair ficar petiscando no quarto.

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{ going nuts – foto. }

Ai você vai para a sessão de freezers e geladeiras, trilhões (exagerada nada!) de opções de iogurtes, desde artesanal full fat até orgânico, vegano de soja a de coco, sem lactose entre outros, leites com as mesmas opções, sorvetes de todos os tipos saudáveis (seja low carb a vegano, com ou sem açúcar, açúcar de coco, orgânico, xylitol…), comidas “rápidas” mais saudáveis, como waffle sem glúten, massa de pupunha com molho de tomate, muffins “sem culpa” entre outros… A sessão gelados COM certeza ganha do Whole Foods, você quer tudo! O que não ganha é a sessão de pães sem glúten, o Whole Foods tem várias opções, o Fresh Market tem um fresco maravilhoso da padaria deles (fica perto da sessão Kosher) e uns dois ou três congelados… Mas muitas torradas, massas e etc.

Além disso, como no Whole Foods, tem várias comidas preparadas para levar para casa, feito por eles com ingredientes locais. E sushi!

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{ Pronto para levar! – foto. }

Por último, comprar frios no EUA é demais. Assim como no Whole Foods, o Fresh Market tem uma seleção de “embutidos” maravilhosa. O peito de peru deles (turkey deli) é na verdade o peito inteiro do peru temperado assado e fatiado fininho na hora para você. Não tem nada a vê com os embalados super processados que a gente compra aqui e que tem lá também. Então SEMPRE  pede para ela fatiar para você, em vez de pegar os que tem prontos lá (que muitas vezes tem coisa que não imaginamos). E de sabores tem de tudo, com mel, com ervas, clássico entre outros. Além disso, mais uma vez, no Fresh Market tem muitos importados – que no Whole Foods não tem, como presunto espanhol e salame italiano de qualidade.

Convencidos? Eu AMO esse lugar, meu sonho é um desse no Brasil. (Pão de Açúcar, me escuta!) E ajuda que para chegar lá dá para caminhar dos hotéis que eu fico (aqui e aqui) ou pegar um uber por cinco dólares, e é do lado do meu estúdio de yoga preferido (post sobre logo prometo!)… Quero voltar já!

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{ The Fresh Market Miami Beach – foto. }

IN A FEW WORDS: The Fresh Market is half of my love for Miami. The rest is split in shopping, beach and nightlife. Don’t get me wrong, I love Whole Foods – I hit them in every city I’m in that have them. But when it comes to South Beach, the Fresh Market wins me over: it has all the fresh, organic, healthy selection Whole Foods has, along with a lot of imported goods as fine cheeses, a great wine selection among others. Helps that it is closer to my normal addresses there (here & here)  and near my favorite yoga studio (more about it soon). What’s not to love?

xxx B.

 

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